18 Dezembro 2009

amanhã, no porto e em lisboa: conversas


silvestre pestana, FÉNIX (acção: socialmente reprovado por envelhecimento prematuro)

sábado, 19 é último dia para ver a exposição de silvestre pestana apresentada no uma certa falta de coerência, entre as 15h30 e as 19h30. conversa com o autor às 16h30, certamente a não perder. o espaço, para quem ainda não decorou a morada, é na rua dos caldeireiros 77, porto. recorda-se que no dia seguinte, no mesmo espaço, decorre o leilão incoerente (ver post mais abaixo).


no mesmo dia, em lisboa, andré guedes estará à conversa sobre the airotiv papers, publicação editada pela braço de ferro que acompanha airotiv, a exposição apresentada pelo artista no centro cultural montehermoso em vitoria, espanha.

à conversa segue-se a leitura da peça de teatro em um acto rabbits (1932), do neo-zelandês v. targuse, feita por luz câmara, álvaro correia, maria duarte e lucas hawkey.
tudo isto acontece no espaço the barber shop, novo projecto de margarida mendes na rua rosa araújo, 5 (à avenida da liberdade).

16 Dezembro 2009

próximo domingo, dia 20


leilão incoerente
domingo, 20 de dezembro, das 15h30 às 19h30. uma certa falta de coerência, rua dos caldeireiros 77, porto.

o uma certa falta de coerência é um espaço gerido por artistas no porto onde se apresentam e discutem projectos em torno da arte. este leilão tem como objectivo apoiar as despesas do projecto em 2010.

com o objectivo de apoiar o espaço, vão ser leiloadas obras de andré cepeda, andré romão, andré sousa, ângelo ferreira de sousa, antónio bolota, antónio de sousa, antónio caramelo, carla cruz, carla filipe, carlos noronha feio, cristina regadas, daniel barroca, daniel melim, davide balula, eduardo matos, gonçalo sena, josé almeida pereira, joão marçal, luis espinheira, manuel santos maia, mauro cerqueira, miguel leal, nuno ramalho, paulo mendes, pedro magalhães, pedro neves marques, pedro tudela, renato ferrão e samuel silva.

as obras a leilão e as bases de licitação podem ser consultados já nos próximos dias, aqui. o leilão será silencioso. o interessado numa obra deverá cobrir o valor anterior inscrevendo o seu nome numa lista. podem ser feitas licitações por telefone e acompanhadas pela web, aqui. os valores finais serão divididos pelos artistas e pelo uma certa falta de coerência. bolo rei e vinho do porto animarão a festa.

para mais informações, por favor contactar com os responsáveis pelo espaço:
andré sousa (91 791 00 31) e mauro cerqueira (91 92 72 115). email: acertainlackofcoherence(at)gmail.com

14 Dezembro 2009

o sábado passado marcou também o reíncio da actividade do espaço campanhã, no porto. depois de uma primeira fase com a programação assinada por josé maia, segue-se uma nova etapa com a responsabilidade de helena menino e miguel pinho, este último responsável máximo pelo projecto. o novo arranque dá-se também com a expansão do projecto, que agora incluí também a tabacaria - galeria de papel & armazém de vídeo.

para ver até 2 de janeiro, de terça a sábado das 14h às 20h, desenho, pintura e vídeo nas propostas de luís figueiredo, miguel santos, luís magalhães e patrícia azevedo santos. o espaço campanhã e a tabacaria ficam ambos na rua pinto bessa (acesso numa pequena artéria da rua, atrás de uma agência do banif), no porto.
a informação essencial segue nos flyers (perfeitos) que ilustram este post, roubados aqui. para informações mais detalhadas o email é linha1(at)plataformacampanha.com.

09 Dezembro 2009

sábado 12, vila do conde e porto


manoel de oliveira /josé régio, releituras e fantasmas
comissariado de antónio preto

exposição patente no centro de memória de vila do conde, largo de s. sebastião, vila do conde. inaugura às 16h. até 13 de março de 2010, terça a domingo das 10h00 às 18h00. mais informações aqui.



susana chiocca - dizê-lo seria demasiado fácil

ainda no próximo sábado, no porto, performances de dinis machado - com super nada - e ainda susana chiocca - dizê-lo seria demasiado fácil. apresentações únicas a partir das 21h30, n' a sala, rua do bonjardim 235, 2º andar.

(self promoting is always fun... para acrescentar na agenda da próxima sexta feira, às 18h30, na fundação carmona e costa em lisboa, conversa com bruno marchand, renato ferrão e 'yours truly'. a propósito da exposição estúdio, patente na fcc em lisboa até 22 de janeiro de 2010)


07 Dezembro 2009

mãe a 11

mãe
por

Arlindo Silva


11 DE DEZEMBRO, 6ª FEIRA ÀS 21H30


"Dos anos de boémia estudantil até à estabilidade familiar do presente, a atitude do Arlindo mantém-se na forma como escolhe e retrata apaixonadamente, mas com uma precisão cirúrgica, os que lhe são mais próximos. Essa precisão, aliada a uma percepção crítica e um profundo conhecimento da história dos personagens retratados, tornam estas imagens muito poderosas. Os corpos vibram tanto, têm tanta energia, os olhares são tão vivos, que nos absorvem por completo. São quadros que nos convidam a participar, entrando num pequeno círculo de amigos e familiares, onde não há lugar para “cerimónias”, inibições ou tabús, e onde todos se comportam livremente, confiantes no seu papel."
MARCO MENDES — Arlindo Silva: Mãe (excerto). Porto, Dezembro de 2009

De 12 de Dezembro a 17 de Janeiro

MCO ARTE CONTEMPORÂNEA
Rua Duque de Palmela, 143
Porto
www.mcoart.com

04 Dezembro 2009

hoje, porto

silvestre pestana, FÉNIX (acção: socialmente reprovado por envelhecimento prematuro)

inauguração hoje, às 22h, no espaço uma certa falta de coerência (rua dos caldeireiros 77, porto). conversa com silvestre pestana no último dia da exposição: sábado, 19 de Dezembro, às 16h30.

a acção "FÉNIX: socialmente reprovado por envelhecimento prematuro", apresenta-se como uma reflexão artística sobre a construção social dos comportamentos narcísicos, ditados pela mitologia das vivências funcionais.

neste encontro, fazem-se cruzar virtualmente o avatar e o seu criador, num duplo espaço fechado (estufa) que deste modo, reforçam o valor 3D potencializado, onde o desejo é a terra prometida da regeneração.

FÉNIX é assim a missão impossível de ser outro com este meu invólucro que não seja uma auto renderização

link para o second life

03 Dezembro 2009

amanha

petit THINK TANK

_exhibiting as going public


_4 Dez _ Dec 2009 _15 / 17 pm [friday] _Oporto
[the discussion will be held in english and is kindly hosted
by REFLEXUS arte contemporânea]
rua de miguel bombarda 531
4050-383 porto


In which way can a publication be understood as a space for exhibiting? Under which demands as well as urgencies does a publication expand the conditions of an academy? And for Displayer 03: What are the means of recording space in order to perform it at different times, in different places and different institutional settings?” DM
[Academy Expanded and Expanded Exhibition]
Doreen Mende, curator and editor based in Berlin

[Expanding]
Susana Caló, philosopher and editor based in Oporto

[The Public]
Gabriela V. Pinheiro, artist based in Oporto

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petit THINK TANKs are part of petit CABANON
a project by Inês Moreira since 2007
this petit THINK TANK has the support of Reflexus, JUP and FBAUP
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The requirement to exhibit the final product is something we can view in the framework of the capitalist system, along the lines that an employer who has made an investment now needs to see a result. These relationships are reproduced in the collaboration among artists, curators, and directors who have invested in a work in an institutional framework. The exhibiting institution, being the last link in the chain of this market transaction, needs a visible, tangible result: a product.” (Milica Tomic, Politics of Memory, Displayer 03).
While an academy is an environment which does not request a ‘finished’ product, the space of exhibition depends on something to be shown to a public. The discussion will be based on the project Displayer, which is a publication series of the programme Exhibition Design and Curatorial Practice at the University of Arts and Design / ZKM Karlsruhe. Displayer is a magazine of original sound. The editorial team are the students of the seminars of the University’s programme.
The points of departure for the most recent issue, Displayer 03 (2009) are the demands, the challenges, and the potentialities as well as the impossibilities of exhibiting space itself. Space is the fabric in which events occur, and events, in turn activate space culturally, socially, politically and geographically. Hence, the exhibition of space is strongly connected to performative acts in addition to questions about the requirements of constructions in space.

Contributions Displayer 03 by Eva Kraus, Tilo Schulz, Martin Beck, Charles Jencks, Pablo Bronstein, Katrin Mayer, Stefan Römer, Walter Benjamin, Alfred Barr, Ines Katenhusen, Milica Tomic, Omer Fast, Sina Najafi, Hans Hollein, Joseph Dabernig, Achim Lengerer, Paul Gangloff, Dominique Gonzalez- Foerster, Ines Weizman, Moritz Küng, Kersten Geers, Giorgio Grassi, Guillaume Paoli, Heiner Mühlmann, Stephan Trüby, Wilfried Kuehn.
Filipa César realized Displayer 03 as a filmed book which is part of the discussion.

27 Novembro 2009

este rio é um "fluxus"!

Notícia no JN 20/11/2009

"O projecto-base para o quarteirão (do Rivoli), desenvolvido pela Porto Vivo - Sociedade de Reabilitação Urbana e em consulta pública desde a semana passada, aponta o dedo ao subaproveitamento da galeria da Culturgest e sugere que seja outra entidade a explorá-la para ser parte na "animação urbana" dos Aliados que se quer "contínua" e com capacidade para atrair "elevados fluxos" de residentes e de visitantes da cidade. No documento a que o JN teve acesso, considera-se "pertinente a revitalização "cultural" do espaço de exposições da Caixa Geral de Depósitos, actualmente subaproveitado, segundo um modelo de exploração a definir". A presença das funções administrativas daquela instituição bancária no quarteirão é encarada como uma mais-valia e, por isso, deve ser mantida."


E o "modelo de exploração a definir" passaria pelo quê?

"(...) indica-se no projecto-base em debate público, assinalando-se a preferência por uma reabilitação que traga "habitação de topo de gama, serviços de primeira linha, comércio de luxo e oferta turística ao mais alto nível" com hotéis de qualidade."

ou seja,
tudo o que os "residentes" na baixa precisam, rsss...

.

19 Novembro 2009

sábado, 28 novembro, porto



lançamento do livro boomerang, de pedro eiras. apresentado por joão miguel teixeira lopes, com pedro eiras e antónio preto. colecção o rato da europa, edição pé de mosca.
na livraria gato vadio, rua do rosário, 281, no porto. sexta feira, 28 de novembro, às 22 h.

boomerang
. 27 postais. sobre a europa ou os seus fantasmas. poderia ter sido um livro mas afinal é um trânsito. ir e vir. escrita sobre a escrita sobre a escrita. recuo histórico. e depois sobre o presente: desafiar a miopia. aceleração do tempo. 27 vezes, menos uma, porque há sempre o imponderável. ensaios postais crónicas relatórios de leitura. acordos e desacordos. para desmontar perder dispersar.

pedro eiras
nasceu em 1975. é professor de literatura portuguesa na faculdade de letras da universidade do porto.
desde 2001, publicou livros de ficção (a
nais de pena ventosa, estiletes, os três desejos de octávio c.), teatro (antes dos lagartos, passagem, um forte cheiro a maçã, recitativo dos livros do deserto, as sombras, um punhado de terra), poesia (arrastar tinta) e ensaio (esquecer fausto, a moral do vento, a lenta volúpia de cair). com esquecer fausto, ganhou o prémio PEN clube português de ensaio em 2006. tem peças de teatro encenadas e publicadas em diversos países: portugal, frança, grécia, eslováquia, roménia, brasil.

apresentação da colecção o rato da europa
direcção de antónio preto

o rato da europa apresenta-se como uma colecção de textos inéditos, onde se pretende desenvolver, através dos mais variados géneros, ângulos de abordagem, pontos de vista e subterfúgios, uma reflexão alargada, não só sobre o lugar de portugal na europa como, também, sobre a relação de portugal com a europa. se o primeiro problema que se coloca é, desde logo, o de tentar perceber se as duas coisas são ou não a mesma coisa, se este confronto é ou não uma antinomia, outras questões, que daqui decorrem, passarão forçosamente pela aferição das taxas de câmbio entre representações, pela afinação da balança comercial das identidades, pela identificação do que continua a ser contrabando, pela revisão das fronteiras de um horizonte europeu que se define por aquilo que propõe ou que se funda naquilo que rejeita. é, pois, urgente saber se chamamos europa a um acordo de boa vizinhança, que nos permite ir a bruxelas pedir um raminho de salsa para a tortilha, se a europa é um diálogo, uma abertura, uma construção colectiva, se é a europa um projecto político comunitário ou um conjunto de normas sanitárias e de directrizes para a calibragem de maçãs, se a europa das cruzadas é, hoje, pátria de cavaleiros que se batem pela democracia ou terra de vilões dispostos a tudo pilhar em nome da mesma democracia, se o velho continente se transformou ou não num shopping vigiado, onde os cidadãos se confundem com os consumidores, ou se europa é, afinal, o nome do arame farpado que estendemos ao longo do mediterrâneo.
na era das
low cost, numa altura em que já ninguém vai comprar caramelos a espanha, desafiámos alguns escritores a partilharem connosco as suas ideias e inquietações. feitas as malas, a viagem inicia-se com boomerang, de pedro eiras: um conjunto de 27 textos sobre as representações da europa na literatura portuguesa do século XIX até ao presente.
a próxima paragem aparecerá muito em breve.


antónio preto
emigrado há três anos em frança, onde realiza um doutoramento em letras, artes e cinema (na universidade paris 7) sobre a adaptação cinematográfica de textos literários em manoel de oliveira, publicou recentemente manoel de oliveira: o cinema inventado à letra, 11.º volume da colecção arte contemporânea público serralves. paralelamente, tem publicado crítica e ensaio em diversos jornais, revistas e catálogos em portugal, frança e brasil, participado em inúmeros colóquios, conferências e seminários, programado mostras de cinema mais ou menos clandestinas, como a reposição – o cinema em trás-os-montes (2007), e colaborado em projectos performativos, como a récita-atentando a carbonária (2008), com ana deus e joão sousa cardoso. é um dos mais assíduos clientes da cinemateca francesa e da piscine des amiraux.

pé de posca
a cooperativa pé de mosca surge como plataforma cultural e social que, através do design, das artes gráficas e da formação se propõe criar projectos singulares e revestidos de uma forte dimensão social e pública. assim, a pé de mosca privilegia o desenvolvimento de objectos de design inclusivos e participativos, a colaboração com criadores de outras áreas de actuação e uma relação estreita entre o lado material e imaterial do design.
tem colaborado com a fundação cupertino de miranda, o centro cultural vila flor, a etc – espectáculos e teatro para crescer, a etepa – escola tecnológica e profissional albicastrense, entre outros.

13 Novembro 2009

hoje, sábado e domingo, no porto

hoje, sexta 13

renato ferrão e marcelo cidade
emissores reunidos - episódio II: senhor fantasma, vamos falar
imaugura às 23h
rua cândido dos reis 74
até 24 de janeiro





ana braga, susana pedrosa e inês moura
inaugura às 22h
até 7 de março




amanhã, sábado 14

o passado também se inventa, museu de arte popular
conversa com o artista
16h30
rua dos caldeireiros 77
até 21 de novembro




carlos tejo
apresentação e lançamento do catálogo
chámalle X 08 - jornadas de performance em vigo
performance
fora de lugar
18h
rua do bonjardim 235, 2º





domingo 15

inaugura às 16h
fundação
rua do bonjardim 951
até 13 dezembro


para informações mais detalhadas consultar as ligações anexas.