08 setembro 2007

Antimonumentos

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(Isabel Ribeiro)



Antimonumentos
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Inauguração:
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15 de Setembro
Galeria António Henriques: 22h30
Teatro Viriato: 18h00
e ainda:
Dj Set:
DJ CLAXON às 22h30 na galeria
Mário Roque às 02h00 no NB Club
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Até 20 de Outubro.
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Com:
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ALICE GEIRINHAS
ANDRÉ CEPEDA
ÂNGELO FERREIRA DE SOUSA
ANTÓNIO OLAIO
ARLINDO SILVA
AVELINO SÁ
BALTAZAR TORRES
CARLA CRUZ
CARLA FILIPE
CARLOS CORREIA
CARLOS LOBO
CARLOS ROQUE
CRISTINA MATEUS
EDUARDO MATOS
FERNANDO JOSÉ PEREIRA
FRANCISCO QUEIRÓS
HUGO CANOILAS
ISABEL CARVALHO
ISABEL RIBEIRO
JOÃO FONTE SANTA
JOÃO MARÇAL
JOÃO SERRA
JOÃO TABARRA
JOSÉ MAÇÃS DE CARVALHO
LUÍS PALMA
MANUEL SANTOS MAIA
MIGUEL LEAL
MIGUEL PALMA
NUNO CERA
PAULO CATRICA
PAULO MENDES
PEDRO BARATEIRO
PEDRO CABRAL SANTO
PEDRO DINIZ REIS
PEDRO POUSADA
PEDRO TUDELA
VERA MOTA
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A exposição, comissariada por Miguel von Hafe Pérez, reúne um segmento significativo de artistas plásticos a reflectir sobre o conceito de antimonumento.
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Segundo o comissário:
Antimonumentos, porquê?
Porque a reflexão sobre o passado ou sobre o presente nem sempre se produz nas grandes narrativas, nem nos objectos simbolicamente saturados.
Porque à inquietação sobre o real os artistas respondem melhor com dúvidas do que com certezas.
Porque os olhares desviantes nos centram nas franjas do previsível.
Porque em oposição a uma estratégia curatorial rígida e assertiva se privilegiou a incerteza de respostas inéditas.
Porque a energia que um evento desta natureza – um híbrido paradoxal, já que promovido por uma galeria comercial, mas que ultrapassou qualquer quesito economicista -, pode constituir-se como discurso complementar à estratificação dicotómica da arte actual, empurrada para extremos ditos alternativos ou demasiado institucionais.
Porque a decisão sobre o que é ou não arte, sobre o que deve ou não ser exposto e sobre o que vincula uma obra ao seu contexto é, em primeira instância, uma decisão individual dos artistas; assim, numa exposição que dá liberdade criativa aos seus protagonistas, esta questão poderá ganhar uma relevância suplementar.
Porque a arte tem uma tendência para se levar demasiado a sério, e é nos momentos de dúvida, experimentação e derisão que frequentemente melhor se expressa.
Porque a cumplicidade é aqui assumida, reiterada e exposta.
E, finalmente, porque tal como alguém que teimosamente se dedica à divulgação da arte contemporânea numa cidade do interior deste país, é na persistência de pequenos gestos que se consegue tornar a realidade mais habitável, na construção de comunidades que consigam olhar criticamente o que produzem e, quando possível, alargando o seu espectro de acção para comunidades que lhe serão, à partida, alheias.
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9 comentários:

Anónimo disse...

...Hummm?...não me lembro deste texto!...
Ora, ora já estou a terminar o trabalho: )
Os meus parabés pelas tuas telas.Especialmente a dos troféus, desconfio qual seja o sítio, mas convém não citar para não estragar a magia!
Quero ver estes negros ao vivo!
E já estão secas! ;()
È pena não estares lá.
Queres que oriente a tua peça?

isabel disse...

...Hummm!...os sítios do custume! ;D

acho q vou poder ir à inauguração, ainda ñ sei... vais à montagem? se sim, sim! gostava que olhasses por elas! :)

Anónimo disse...

Sim. Diz só qual a tela que fica do lado direito.

Anónimo disse...

Tens que aderir ao Skipe, para assuntos rápidos e privados.O meu nome é Carlota.

mauro disse...

debaixo da asa da mãe galinha cabem lá todos os pintainhos!

isto assim é mt aborrecido!
os meninos do litoral partem para o campo e eu tb kero ir para o campo. posso? kem é o pastor a kem devo deixar o meu cv?

toma lá! ehehehe!

isabel disse...

quanto ressabiamento...

não conseguiste recriar a fuga das galinhas, foi?

mauro disse...

nao é ressabiamento. é aborrecimento!

nuno disse...

hmmm... devagar se vai ao longe...(sabedoria popular=new punk)

Anónimo disse...

Espero que ele não esteja com a febre das Aves, ou com a febre da Malta.
: )