18 abril 2007

AMANHA


Desenho, pintura, fotografia;
a produção de imagens como actividade humana

conferência com
Luís Fortunato Lima


Quinta-feira, 19 de Abril, 21h30
no Instituto Português de Fotografia - Porto

Desenho, pintura, fotografia; a produção de imagens como actividade humana
A vastidão de abordagens possíveis ao tema obriga a uma escolha, a uma posição e a um olhar sobre o que é e o que comporta a imagem.
Nesta apresentação, a imagem, surge como um fenómeno; um resultado da necessidade, da vontade e da capacidade do ser humano propor e aceitar representar. Será abordada produção das imagens no desenho, na pintura e na fotografia.
Relativamente a imagens provenientes do campo artístico serão abordadas as suas origens (as alegorias, a história e o seu legado), a problemática da mimésis (a partir da percepção, interpretação e registo do real concreto) e a ‘imagem’ da imagem (que nos permite produzir e pensar aspectos do desenho, da pintura e da fotografia).
Paralelamente à conferência será apresentada uma mostra de imagens fotográficas que constituem registos auxiliares da produção pictórica de Luís Fortunato Lima.

Encontros do Olhar - Fotografia e Arte
Ao longo de oito conferências, os diferentes convidados provenientes de áreas como a história da arte, a crítica de arte, a curadoria e a criação artrítica no campo das artes plástica e da fotografia, apresentarão a sua visão sobre a importância e a presença da fotografia no período contemporâneo e as relações que a fotografia estabelece com as diferentes áreas da criação artística.

Instituto Português de Fotografia
Rua da Vitória, nº 129, 4050-416-Porto/Tlf .22 332 68 75
Programação: José Maia
Organização: IPF - Porto
Informações: José Maia/tel: 933 288 141/
encontrosdoolhar@gmail.com

2 comentários:

art&tal disse...

paixauuuuum

s. bento da vitoria

a da vitoria é outra

Manuel Santos Maia disse...

A obra de Fortunato Lima propõe-nos pensar a paisagem a partir da acção do homem sobre a natureza. As suas representações pictóricas da paisagem do Porto, são simbólicas de um tempo onde a construção e a intervenção na paisagem acontecem num ambiente estéril de reflexão crítica sobre as transformações materiais, espaciais e culturais, e consequentemente, distantes de qualquer discussão em torno da história da paisagem, da actividade humana e mais concretamente da cação do homem sobre o lugar, o espaço, e o ambiente onde vive.
Na obra de Lima já não se coloca a distinção entre paisagem natural e cultural como outrora fora sustentada. A visão do artista responsabiliza-nos pelas sofríveis transformações na paisagem e pela indecorosa acção do homem no espaço que habita, no mundo.

até já
maia