28 abril 2008

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Os registos da performance:
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A festa do fim do mundo
de
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Mauro Cerqueira
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n'A Sala
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Podem ser vistos AQUI
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25 abril 2008

Amanhã, sábado

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no

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a partir das 16h
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1. Mecs Miki e and Fischer Judit (SZAF/AMBPA)
2. Agora é Seguro - lançamento do fanzine launch of a fanzine
3. Lição nº2 - (jam session)
4. Crucified Easter Lamb (churrasco barbecue)
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AGORA É SEGURO
"Agora é seguro" é um evento que concentra numa tarde diferentes actividades: uma exposição, uma "jam session", o lançamento de um fanzine e um churrasco.


O trabalho dos artistas húngaros Mecs Miki e Fischer Judit é o mote para uma tarde bem passada. Um vídeo e projectos enviados por e-mail e correio ultrapassam a impossibilidade de deslocação dos artistas, contornando questões financeiras e geográficas. O importante é apresentamos o trabalhos de artistas que queremos dar a conhecer.
Miki e Judit trabalham individualmente mas também formam o colectivo "SZAF/AMBPA (Szájjal és Aggyal Festő művészek világszövetsége / Association of Mouth and Brain Painting Artists of the world )", em português "Associação Mundial de Pintores com a Boca e Cérebro".

VIDEO
De Mecs Miki será apresentado o vídeo "Refuting the Criticism of a Critique" (Refutar a Crítica de uma Crítica). O exercício de violência gratuita por parte de um individuo sobre outro é ironicamente justificado por figuras de poder e construções hierárquicas. Num cenário de degradação e pobreza extrema, a agressão física torna-se menor e a crueldade maior quando descobrimos que o objecto usado pelo agressor é uma baguete de pão.


WORKSHOP
Será também apresentado o projecto "Origami Rubbish" (Origami Lixo) um "workshop" de origamis abstractos no qual o resultado confunde-se com uma simples folha de papel amarrotada.

CHURRASCO
O churrasco "Crucified Easter Lamb", (Cordeiro de Páscoa Crucificado) tem um carácter performatico e explica-se pelo título. A carne será grelhada como alminhas no inferno e nós vamos comer aqueles que se sacrificaram por nós. A ironia é grande, a celebração da carne é maior. Sugerimos aos vegetarianos que tragam a sua espetada de cogumelos, beringela e aboborinha.


FANZINE
O fanzine "Agora é Seguro" apresentará o universo de criação de Miki e Judit, revelando a importância do quotidiano na sua produção artística. Mecs Miki apresenta sobre a forma de desenhos e texto a proposta de "um trabalho artístico por dia" questionando e celebrando a ideia de arte como rotina. Fischer Judit convoca a realidade do dia a dia com uma longa série de desenhos com que constrói um inventário de objectos de uso diário.


JAM SESSION
O Glenn Branca apresentou em 1981 a "LESSON No.1" –uma composição para guitarras eléctricas que propondo um novo ponto de partida para a música. A "Lição nº 2", não composta, consistirá numa "jam session" que pretende apenas celebrar a liberdade musical. Esperamos que ninguém se queixe!


LINKS:
http://mecsmiki.blogspot.com/
http://mulherrapaz.blogspot.com/
http://pestispesten.blogspot.com/
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23 abril 2008

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no Museu do Neo-Realismo
em Vila Franca de Xira
até 06 de Julho
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Fotografias de Carla Filipe

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18 abril 2008

Amanhã, sábado

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pela rua Miguel Bombarda há inaugurações simultâneas.
Destaques para:
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- fóssil de um microhabitat
de
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Renato Ferrão
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na Galeria Quadrado Azul
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Estação de exportação
de
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Carlos Noronha Feio
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na Galeria Reflexus
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Spiritualized
de
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João Maio Pinto
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na Galeria Plumba
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Wall of pain
de
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João Belga
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na Galeria Graça Brandão
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e ainda,
na Galeria João Lagoa
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Luís Fortunato Lima
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13 abril 2008

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Em A festa do fim do mundo de Mauro Cerqueira, serão apresentados os registos em vídeo de várias acções realizadas sobre instalações. Algumas dessas instalações têm como característica comum o facto de evocarem um espaço e acto performativo, concretizado num momento posterior.

Informações: A Sala

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10 abril 2008

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S de Saudade, Diorama da nossa História Natural
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Paulo Mendes
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no
Museu do Neo-Realismo
Vila Franca de Xira
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12 de Abril
Ciclo The Return of the Real # 3
Curadoria: David Santos
até 6 de Julho
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Em “S de Saudade”, projecto reificado a cada exposição, Paulo Mendes recorre sempre a soluções disciplinares mistas, onde a fotografia e a pintura se complementam para questionar o papel das artes plásticas na representação do poder político. Na verdade, que valor iconográfico e de relevância politica podemos hoje retirar dos retratos de Salazar? Segundo o filósofo José Gil, “a invisibilidade constitui o próprio estado de Salazar. Ele é invisível e quer-se como tal. Só raramente se mostra em público e ainda menos em manifestações de massas. A sua pessoa física, a sua presença corporal não se expõem aos olhares […] E este nome, Oliveira Salazar, […] começou a diminuir-se, a encurtar-se, até se engrandecer na sua redução à expressão mais simples, até ficar sintetizado nesta palavra sonora Salazar. Esse nome, com essas letras, quase deixou de pertencer a um homem para significar o estado de espírito dum país…” Ultrapassadas pelo avanço da história, essas representações estão agora armazenadas em esquecidos acervos de museu ou em arquivos de televisão, como adereços ou fragmentos de uma peça fora de cena. Numa sociedade de brandos costumes, este lento apagar da memória corresponde a uma amnésia colectiva. Uma vez mais, a crítica sobre o desvanecimento da memória resulta no trabalho de Paulo Mendes como sentido criativo de uma maior consciencialização política e social, pois manter a invisibilidade do ditador e do Estado Novo – ou erguer paradoxalmente, como hoje muitas vezes acontece, um imaginário acrítico – é uma outra maneira de confirmar a natureza de um povo demasiado passivo e inoperante. Neste sentido, Salazar foi também o resultado do atavismo dos portugueses, a personificação de um país rural, tradicionalista e conservador.

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Conversa com Paulo Mendes

Domingo, 8 de Junho, 16h
(Auditório do MNR)
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01 abril 2008