A Universidade do Porto vai organizar, de 29 de Setembro a 1 de Dezembro, nos espaços da actual Reitoria, a exposição Pack, concebida a partir dos trabalhos efectuados pelos estudantes finalistas do curso de Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Com este projecto pretende-se promover o encontro da Universidade com a prática da arte contemporânea.
Esta exposição, comissariada por Fernando José Pereira e Cristina Mateus (docentes da U.Porto) e com espaço desenhado pela Arquitecta Inês Moreira, será constituída por 20 peças representativas das actuais hipóteses de intervenção no âmbito das artes visuais, proporcionando a co - existência de pinturas com vídeos, instalações tridimensionais, peças sonoras, etc.
Com o propósito de ampliar a discussão em torno da exposição, está prevista, entre outras acções, a realização de visitas guiadas à exposição, orientadas por Jurgen Bock (curador da participação portuguesa na Bienal de Veneza deste ano) e Miguel Von Haffe (responsável pelo projecto Anamnese de Fundação Ilídio Pinho e responsável pela área das Artes Plásticas na Porto 2001, Capital Europeia da Cultura). Existe a convicção de que este evento marcará a Universidade e a Cidade pelo carácter inédito da iniciativa e pelo cunho de actualidade das peças expostas, directamente acessíveis à comunidade académica e ao público em geral que frequenta a cidade do Porto. A sinopse que estruturou o comissariado desta exposição, da autoria dos Comissários Cristina Mateus e Fernando José Pereira, poderá ser lida aqui.
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28 setembro 2007
27 setembro 2007
amanha
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GIRL MEETS BOY
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uma instalação sitespecific resultante de uma parceria entre os artistas plásticos
Rita Castro Neves e Julio Dolbeth,
no restaurante Gira Pratos e incluida na programação da Lab65.
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24 setembro 2007
agenda: quinta-feira em Lisboa

Quinta-feira inaugura na VPFCream:
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A mesma coisa dia após dia - carro - trabalho - comer - carro - sofá - tv - dormir - carro - trabalho - quanto mais ainda consegues aguentar? Um em cada dez enloquece - um em cada cinco rebenta
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de
João Fonte Santa
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Na Plataforma Revólver: .
com:
ANTÓNIO OLAIO
FREDERICO FERREIRA
GRAÇA SARSFIELD
JOÃO FONTE SANTA
LUÍS ALEGRE C/ JANCL
MIGUEL SOARES
NUNO REBELO
PEDRO TUDELA
VALDJIU
20 setembro 2007
Amanha
Sábado, no Porto
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PRIMEIRA LIÇÃO DE VÔO - POBRE NÃO TEM METAFISICA
de
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GUSTAVO SUMPTA
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no In.Transit #32
(projecto comissariado por Paulo Mendes)
inauguração: 16h
performance: 17h30
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Edifício Artes em Partes
rua Miguel Bombarda
Porto
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hoje, quinta às 22h
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O ladrão de Sapatos
(A partir de Dois perdidos numa noite suja de Plínio Marcos)
no:
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Maria vai com as outras
rua do almada, 443 - Porto
13, 14, 15 e 20, 21, 22 de Set. - 22h
.
"Porque as vozes abafadas de Plínio Marcos são ainda as mesmas de hoje, escolhemos fazer um teatro subterrâneo e optámos por um espaço não convencional. Uma cave húmida e claustrofóbica. Um lugar debaixo da terra que contamina respirações, que atesta gritos e silêncios. Aquele buraco onde os vermes se confundem com os homens e do qual queremos emergir."
.
Adaptação Dramatúrgica e Espaço Cénico:
Catarina Felgueiras, Miguel Cabral, Miguel Rosas e Ricardo Barbosa
Encenação:
Catarina Felguiras e Miguel Cabral
Interpretação:
Miguel Rosas e Ricardo Barbosa
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Lotação: 30
6€
O ladrão de Sapatos
(A partir de Dois perdidos numa noite suja de Plínio Marcos)
no:
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Maria vai com as outras
rua do almada, 443 - Porto
13, 14, 15 e 20, 21, 22 de Set. - 22h
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"Porque as vozes abafadas de Plínio Marcos são ainda as mesmas de hoje, escolhemos fazer um teatro subterrâneo e optámos por um espaço não convencional. Uma cave húmida e claustrofóbica. Um lugar debaixo da terra que contamina respirações, que atesta gritos e silêncios. Aquele buraco onde os vermes se confundem com os homens e do qual queremos emergir."
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Adaptação Dramatúrgica e Espaço Cénico:
Catarina Felgueiras, Miguel Cabral, Miguel Rosas e Ricardo Barbosa
Encenação:
Catarina Felguiras e Miguel Cabral
Interpretação:
Miguel Rosas e Ricardo Barbosa
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Lotação: 30
6€
Antimonumentos
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Ficam algumas imagens da exposição Antimonumentos nos posts seguintes,
para aguçar a curiosidade.
há mais por aqui
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Ficam algumas imagens da exposição Antimonumentos nos posts seguintes,
para aguçar a curiosidade.
há mais por aqui
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manuel santos maia
non – sem força para fixar o olhar
Momento III – Arquipélago Megalopolitano
1999 – 2007
Instalação (desenhos, colagens e escultura), dimensões variáveis
Momento III – Arquipélago Megalopolitano
1999 – 2007
Instalação (desenhos, colagens e escultura), dimensões variáveis
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andré cepeda
Sem título
2007
Impressão Lambda, 126 x 160 cm Referência: Untitled 12 edição 3+1 exemplares, exemplar 1/3
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carlos roque
some days are very much like other days - nº 3: shimmy shimmy ya the times
2007
fotografias recortadas do jornal The New York Times, tinta acrílica, boneca chinesa de cerâmica, madeira, parafusos e pioneses, dim. variáveis
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isabel carvalho
Monumento a tudo o que se queira - mas também ao medo e à vergonha - à Maggie & Hoppie - à desobediência - à multiplicidade - ao fracasso - à vontade e ao desejo
2007
prata e materiais diversos
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joão marçal
gradações
2007
acrílico sobre madeira; gradação azul: 200 x 80 cm; gradação amarela e vermelha: 120 x 80 cm; gradação verde, azul e rosa: 73 x 92,5 cm
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miguel palma
bipolar
2007
madeira maciça, MDF, metais vários, cabos de aço, acrílico, lâmpadas fluorescentes, sistemas eléctricos, canas de bambu, tintas acrílicas, 180 x 160 x 200 cm
paulo catrica
lfc 568
2006
C type print, mancha de imagem 24 x 19 cm, montada em passpartout 41x35cms
lfc 568
2006
C type print, mancha de imagem 24 x 19 cm, montada em passpartout 41x35cms
14 setembro 2007
Rise and Shine por Carla Filipe
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. Rise and Shine
(Get out of bed and prepare for work)
de Cristina Regadas
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3 séries
No trabalho de Cristina Regadas o uso da fotografia e do desenho é recorrente, nesta exposição “Rise and Shine“ o desenho é-nos dado através da fotografia. Muitas das questões levantadas sobre o problema da transferência do objecto do atelier para o espaço expositivo, até que ponto ele se altera, neste caso a sua transferência é dada pela fotografia. Os retratos das Divas: Françoise Hardy, Anna Karina, Mia Farrow e Brigitte Bardot, desenhados a lápis de cor e aguarela, permanecem no espaço atelier-casa, não recorre a uma representação desse espaço no local de exposição. Uma das frases que Cristina Regadas me disse sobre a forma como apareceu este trabalho: “Na altura em que comecei o trabalho não tinha a percepção de que estive tanto tempo em casa, dei-me conta mais tarde que passei meses a ver filmes, a ler os mesmos livros várias vezes. Parece ter sido um período de convalescência.” Dentro das várias possibilidades de trabalhar, uma é quando o trabalho aparece através de uma vivência, especialmente para quem trabalha em casa, a vida, o quotidiano fundem-se com a criação. Por vezes não há planos ou um método de trabalho consciente. Este surge paralelamente ao processo.
3 séries
No trabalho de Cristina Regadas o uso da fotografia e do desenho é recorrente, nesta exposição “Rise and Shine“ o desenho é-nos dado através da fotografia. Muitas das questões levantadas sobre o problema da transferência do objecto do atelier para o espaço expositivo, até que ponto ele se altera, neste caso a sua transferência é dada pela fotografia. Os retratos das Divas: Françoise Hardy, Anna Karina, Mia Farrow e Brigitte Bardot, desenhados a lápis de cor e aguarela, permanecem no espaço atelier-casa, não recorre a uma representação desse espaço no local de exposição. Uma das frases que Cristina Regadas me disse sobre a forma como apareceu este trabalho: “Na altura em que comecei o trabalho não tinha a percepção de que estive tanto tempo em casa, dei-me conta mais tarde que passei meses a ver filmes, a ler os mesmos livros várias vezes. Parece ter sido um período de convalescência.” Dentro das várias possibilidades de trabalhar, uma é quando o trabalho aparece através de uma vivência, especialmente para quem trabalha em casa, a vida, o quotidiano fundem-se com a criação. Por vezes não há planos ou um método de trabalho consciente. Este surge paralelamente ao processo.
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Sobre as séries:
As divas. Os retratos escolhidos pertencem ao carácter de ídolos do nosso imaginário colectivo, personificadas pelo cinema, que nos dá conhecimento das emoções e das experiências. É uma economia sentimental.
Um retrato da Brigitte Bardot leva-nos ao “ Desprezo”, como Mia Farrow a "Rosemary's Baby", estes rostos têm dissolvido o conteúdo da sua personalidade através do cinema. A maior parte dos filmes seleccionados passam-se dentro da casa. Mas também têm outra coisa em comum- a beleza, todas estas pessoas ainda estão vivas mas permanece na memória pela beleza da sua juventude, a sua força atractiva, se o sublime é infinito a beleza é mortal. As celebridades desvanecem-se e ao redesenhar está a inscrevê-las na nossa memória. Uma resistência à perda.O acto de desenhar é vivêncial leva-nos a uma liberdade, está-se mais próximo à personagem, cria-se uma espécie de cumplicidade. As celebridades desvanecem-se e ao redesenhar está a inscrevê-las na nossa memória. Uma resistência à perda.
Sobre as séries:
As divas. Os retratos escolhidos pertencem ao carácter de ídolos do nosso imaginário colectivo, personificadas pelo cinema, que nos dá conhecimento das emoções e das experiências. É uma economia sentimental.
Um retrato da Brigitte Bardot leva-nos ao “ Desprezo”, como Mia Farrow a "Rosemary's Baby", estes rostos têm dissolvido o conteúdo da sua personalidade através do cinema. A maior parte dos filmes seleccionados passam-se dentro da casa. Mas também têm outra coisa em comum- a beleza, todas estas pessoas ainda estão vivas mas permanece na memória pela beleza da sua juventude, a sua força atractiva, se o sublime é infinito a beleza é mortal. As celebridades desvanecem-se e ao redesenhar está a inscrevê-las na nossa memória. Uma resistência à perda.O acto de desenhar é vivêncial leva-nos a uma liberdade, está-se mais próximo à personagem, cria-se uma espécie de cumplicidade. As celebridades desvanecem-se e ao redesenhar está a inscrevê-las na nossa memória. Uma resistência à perda.
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Sobre a casa:
A identidade nunca é fixa, tem de ser construída, a casa é um lugar que contém uma iconografia que nos caracteriza, emocional, de afectos, de interesses. São territórios emocionais e geográficos. É o território a que nos pertence dentro da cidade, quanto maior é a cidade maior um período de incubação, também é através dela que temos a dimensão do mundo, um espaço de discurso privado-público, coloca-nos num falso ponto de partida, é antes um estar, assume-se do que é exterior nos pode oferecer, o que poderá tornar-se possível. Basicamente é preciso existir um espaço para as nossas obsessões e interesses, que neste caso é a casa. A série das fotos das janelas assume esse olhar para o exterior, aliás um duplo olhar, porque também nos é mostrado do interior para dentro. Tal como no cinema temos o olhar da câmara e o da personagem. Aqui nada mais é mostrado do que a vista através da janela, não há informação que nos situa para além da abertura.
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Sobre a fotografia:
É assumido um compromisso duradouro com esta tarefa, fotografar sempre o mesmo até seleccionar a imagem. A fotografia marca um presente, situa-nos.O rolo fotográfico tende a durar e a ter as suas conseqüências derivado à erosão do tempo, Cristina Regadas usa máquinas e rolos antigos que sugere essa erosão. Sugere o inevitável: a perda da imagem. As máquinas: Holga e Zenit, dos anos 70/80, captam a imagem com erros próprios da imagem, evidenciando a ideia do simulacro, e reforça a sua obsolência imediata.O rolo só pode ser usado uma vez, tem de haver um acto decisivo no olhar e a espera da revelação do rolo para relembrar esse presente. Esta espera pertence ao quotidiano da imagem analógica. A Foto é reconhecida por uma significativa importância, são provas directas o mais próximo ao negativo, à origem da imagem. Se por um lado estas máquinas fotográficas têm um valor no mercado simbólico, por outro é cada vez mais difícil obter os filmes, e a sua revelação e ampliação mantendo as características da imagem próprias da máquina. O comércio tende a ajustar toda a imagem a um modelo standardizado. Estas imagens não são uma resistência à tecnologia mas sim à criação de uma individualidade, de uma identidade fotográfica.
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O auto-retrato:
Se na série das divas são retratos, no auto retrato tapou-se a cabeça. Existe uma anulação da identidade dando lugar às outras imagens- identitárias. É um retrato em Polaroid por uma satisfação instantânea do auto-retrato. Também é a única foto em que foi necessário um terceiro, a casa abriu-se ao exterior.
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Este é o meu ponto de vista
Sobre a casa:
A identidade nunca é fixa, tem de ser construída, a casa é um lugar que contém uma iconografia que nos caracteriza, emocional, de afectos, de interesses. São territórios emocionais e geográficos. É o território a que nos pertence dentro da cidade, quanto maior é a cidade maior um período de incubação, também é através dela que temos a dimensão do mundo, um espaço de discurso privado-público, coloca-nos num falso ponto de partida, é antes um estar, assume-se do que é exterior nos pode oferecer, o que poderá tornar-se possível. Basicamente é preciso existir um espaço para as nossas obsessões e interesses, que neste caso é a casa. A série das fotos das janelas assume esse olhar para o exterior, aliás um duplo olhar, porque também nos é mostrado do interior para dentro. Tal como no cinema temos o olhar da câmara e o da personagem. Aqui nada mais é mostrado do que a vista através da janela, não há informação que nos situa para além da abertura.
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Sobre a fotografia:
É assumido um compromisso duradouro com esta tarefa, fotografar sempre o mesmo até seleccionar a imagem. A fotografia marca um presente, situa-nos.O rolo fotográfico tende a durar e a ter as suas conseqüências derivado à erosão do tempo, Cristina Regadas usa máquinas e rolos antigos que sugere essa erosão. Sugere o inevitável: a perda da imagem. As máquinas: Holga e Zenit, dos anos 70/80, captam a imagem com erros próprios da imagem, evidenciando a ideia do simulacro, e reforça a sua obsolência imediata.O rolo só pode ser usado uma vez, tem de haver um acto decisivo no olhar e a espera da revelação do rolo para relembrar esse presente. Esta espera pertence ao quotidiano da imagem analógica. A Foto é reconhecida por uma significativa importância, são provas directas o mais próximo ao negativo, à origem da imagem. Se por um lado estas máquinas fotográficas têm um valor no mercado simbólico, por outro é cada vez mais difícil obter os filmes, e a sua revelação e ampliação mantendo as características da imagem próprias da máquina. O comércio tende a ajustar toda a imagem a um modelo standardizado. Estas imagens não são uma resistência à tecnologia mas sim à criação de uma individualidade, de uma identidade fotográfica.
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O auto-retrato:
Se na série das divas são retratos, no auto retrato tapou-se a cabeça. Existe uma anulação da identidade dando lugar às outras imagens- identitárias. É um retrato em Polaroid por uma satisfação instantânea do auto-retrato. Também é a única foto em que foi necessário um terceiro, a casa abriu-se ao exterior.
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Este é o meu ponto de vista
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Carla Filipe, 2007
Carla Filipe, 2007
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09 setembro 2007
Rise and Shine a 14 de Setembro
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Rise and Shine
(fotografia e desenho)
de
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.inaugura a 14 de Setembro pelas 21h30
na galeria MCO - Porto
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até 17 de Outubro
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Rise and Shine
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(Get out of bed and prepare for work) consiste em 3 séries de
fotografias a cores, representam vários olhares da Casa habitada.
A primeira série começou a ser realizada em Fevereiro deste ano, de forma regular.
Nenhuma imagem é manipulada digitalmente.
Existe uma repetição em todas as séries.
A primeira série é composta por fotografias de janelas da casa. Por vezes a vista é do
interior para o exterior, por vezes o contrário.
A imagem para além da moldura da janela é pouco perceptível.
Noutro grupo apresento fotografias de desenhos, de heroínas dos anos 60 (do cinema e
música). Os desenhos estão espalhados pelas paredes da minha casa.
Qualquer um irá reconhecer esses rostos.
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Cristina Regadas, 2007
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S de SAUDADE a 21 de Setembro
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inaugura a 21 de Setembro (sexta-feira) pelas 21h30
na Galeria Reflexus - Porto
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S de Saudade, Retratos da Vida Portuguesa
de
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..
inaugura a 21 de Setembro (sexta-feira) pelas 21h30
na Galeria Reflexus - Porto
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Uma formiga na saia do universo
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Uma Formiga na Saia do Universo
de
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inaugura a 22 de Setembro
na galeria Plumba - Porto
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até 20 de Outubro
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08 setembro 2007
Antimonumentos
.
Inauguração:
.
15 de Setembro
Galeria António Henriques: 22h30
Teatro Viriato: 18h00
e ainda:
Dj Set:
DJ CLAXON às 22h30 na galeria
Mário Roque às 02h00 no NB Club
.
Até 20 de Outubro.
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Com:
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ALICE GEIRINHAS
ANDRÉ CEPEDA
ÂNGELO FERREIRA DE SOUSA
ANTÓNIO OLAIO
ARLINDO SILVA
AVELINO SÁ
BALTAZAR TORRES
CARLA CRUZ
CARLA FILIPE
CARLOS CORREIA
CARLOS LOBO
CARLOS ROQUE
CRISTINA MATEUS
EDUARDO MATOS
FERNANDO JOSÉ PEREIRA
FRANCISCO QUEIRÓS
HUGO CANOILAS
ISABEL CARVALHO
ISABEL RIBEIRO
JOÃO FONTE SANTA
JOÃO MARÇAL
JOÃO SERRA
JOÃO TABARRA
JOSÉ MAÇÃS DE CARVALHO
LUÍS PALMA
MANUEL SANTOS MAIA
MIGUEL LEAL
MIGUEL PALMA
NUNO CERA
PAULO CATRICA
PAULO MENDES
PEDRO BARATEIRO
PEDRO CABRAL SANTO
PEDRO DINIZ REIS
PEDRO POUSADA
PEDRO TUDELA
VERA MOTA
.
A exposição, comissariada por Miguel von Hafe Pérez, reúne um segmento significativo de artistas plásticos a reflectir sobre o conceito de antimonumento.
.
Segundo o comissário:
Antimonumentos, porquê?
Porque a reflexão sobre o passado ou sobre o presente nem sempre se produz nas grandes narrativas, nem nos objectos simbolicamente saturados.
Porque à inquietação sobre o real os artistas respondem melhor com dúvidas do que com certezas.
Porque os olhares desviantes nos centram nas franjas do previsível.
Porque em oposição a uma estratégia curatorial rígida e assertiva se privilegiou a incerteza de respostas inéditas.
Porque a energia que um evento desta natureza – um híbrido paradoxal, já que promovido por uma galeria comercial, mas que ultrapassou qualquer quesito economicista -, pode constituir-se como discurso complementar à estratificação dicotómica da arte actual, empurrada para extremos ditos alternativos ou demasiado institucionais.
Porque a decisão sobre o que é ou não arte, sobre o que deve ou não ser exposto e sobre o que vincula uma obra ao seu contexto é, em primeira instância, uma decisão individual dos artistas; assim, numa exposição que dá liberdade criativa aos seus protagonistas, esta questão poderá ganhar uma relevância suplementar.
Porque a arte tem uma tendência para se levar demasiado a sério, e é nos momentos de dúvida, experimentação e derisão que frequentemente melhor se expressa.
Porque a cumplicidade é aqui assumida, reiterada e exposta.
E, finalmente, porque tal como alguém que teimosamente se dedica à divulgação da arte contemporânea numa cidade do interior deste país, é na persistência de pequenos gestos que se consegue tornar a realidade mais habitável, na construção de comunidades que consigam olhar criticamente o que produzem e, quando possível, alargando o seu espectro de acção para comunidades que lhe serão, à partida, alheias.
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Antimonumentos
.Inauguração:
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15 de Setembro
Galeria António Henriques: 22h30
Teatro Viriato: 18h00
e ainda:
Dj Set:
DJ CLAXON às 22h30 na galeria
Mário Roque às 02h00 no NB Club
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Até 20 de Outubro.
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Com:
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ALICE GEIRINHAS
ANDRÉ CEPEDA
ÂNGELO FERREIRA DE SOUSA
ANTÓNIO OLAIO
ARLINDO SILVA
AVELINO SÁ
BALTAZAR TORRES
CARLA CRUZ
CARLA FILIPE
CARLOS CORREIA
CARLOS LOBO
CARLOS ROQUE
CRISTINA MATEUS
EDUARDO MATOS
FERNANDO JOSÉ PEREIRA
FRANCISCO QUEIRÓS
HUGO CANOILAS
ISABEL CARVALHO
ISABEL RIBEIRO
JOÃO FONTE SANTA
JOÃO MARÇAL
JOÃO SERRA
JOÃO TABARRA
JOSÉ MAÇÃS DE CARVALHO
LUÍS PALMA
MANUEL SANTOS MAIA
MIGUEL LEAL
MIGUEL PALMA
NUNO CERA
PAULO CATRICA
PAULO MENDES
PEDRO BARATEIRO
PEDRO CABRAL SANTO
PEDRO DINIZ REIS
PEDRO POUSADA
PEDRO TUDELA
VERA MOTA
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A exposição, comissariada por Miguel von Hafe Pérez, reúne um segmento significativo de artistas plásticos a reflectir sobre o conceito de antimonumento.
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Segundo o comissário:
Antimonumentos, porquê?
Porque a reflexão sobre o passado ou sobre o presente nem sempre se produz nas grandes narrativas, nem nos objectos simbolicamente saturados.
Porque à inquietação sobre o real os artistas respondem melhor com dúvidas do que com certezas.
Porque os olhares desviantes nos centram nas franjas do previsível.
Porque em oposição a uma estratégia curatorial rígida e assertiva se privilegiou a incerteza de respostas inéditas.
Porque a energia que um evento desta natureza – um híbrido paradoxal, já que promovido por uma galeria comercial, mas que ultrapassou qualquer quesito economicista -, pode constituir-se como discurso complementar à estratificação dicotómica da arte actual, empurrada para extremos ditos alternativos ou demasiado institucionais.
Porque a decisão sobre o que é ou não arte, sobre o que deve ou não ser exposto e sobre o que vincula uma obra ao seu contexto é, em primeira instância, uma decisão individual dos artistas; assim, numa exposição que dá liberdade criativa aos seus protagonistas, esta questão poderá ganhar uma relevância suplementar.
Porque a arte tem uma tendência para se levar demasiado a sério, e é nos momentos de dúvida, experimentação e derisão que frequentemente melhor se expressa.
Porque a cumplicidade é aqui assumida, reiterada e exposta.
E, finalmente, porque tal como alguém que teimosamente se dedica à divulgação da arte contemporânea numa cidade do interior deste país, é na persistência de pequenos gestos que se consegue tornar a realidade mais habitável, na construção de comunidades que consigam olhar criticamente o que produzem e, quando possível, alargando o seu espectro de acção para comunidades que lhe serão, à partida, alheias.
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05 setembro 2007
Untitled Stories até 22 de Setembro
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.Untitled Stories
de
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Margarida Paiva
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na
Lab.65 Galeria
até 22 de Setembro
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Lab.65 Galeria
3ª a 5ª 14h/20h – 6ª e Sábado 15h/21h
Rua Mártires da Liberdade, 65 (ao Teatro Carlos Alberto) - Porto
3ª a 5ª 14h/20h – 6ª e Sábado 15h/21h
Rua Mártires da Liberdade, 65 (ao Teatro Carlos Alberto) - Porto
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